quinta-feira, 18 de outubro de 2018

MESMA FRAUDE DE BOLSONARO ELEGEU DEPUTADOS HIPERVOTADOS DO PSL


Certamente o mesmo esquema ilegal de financiamento de empresas para favorecer Bolsonaro via pacotes milionários de impulsionamento foi usado nas campanhas de candidatos hipervotados do PSL a outras instâncias. As votações anômalas do filho do próprio Bolsonaro, de Janaína Pascoal, de Joice Hanselmann estão sob suspeita, e é preciso passar um pente fino em suas contas de campanha, assim como nas das empresas e empresários que aberta ou veladamente manifestaram-se nas redes sociais em apoio aos candidatos do PSL. Não foi apenas uma "onda conservadora" que alterou tão drasticamente a composição do Congresso Nacional. Sem uma estratégia articulada e regiamente financiada, não seria possível que explosões de votação ocorressem tão frequente e eloquentemente em candidaturas do mesmo PSL, partido até estas eleições absolutamente irrelevante no cenário nacional. É preciso que além da campanha de Bolsonaro, a lupa do TSE,  dos TREs e dos Ministério Púbico Federal visite TODAS AS CANDIDATURAS DO PSL.

JEOSAFÁ, professor, foi da equipe do 1o. ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, entre os quais O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);   O jovem Malcolm X A lenda do belo Pecopin e da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica, em projetos para jovens em situação de risco social.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Estão achando que fascismo é só um discurso exagerado


Nós temos que combater o fascismo e opor argumentos justos à propaganda cavilosa de Bolsonaro. Se ainda assim o eleitor em sua maioria optar por ele, teremos feito nossa parte: o justo, o correto, o humanamente possível.

O ônus da escolha será de quem nele votou, embora as consequências recaiam sobre todos nós. Não mentiremos nem partiremos para o vale tudo.

Sócrates bebeu a cicuta, para que o peso da injustiça recaísse sobre seus algozes. Sócrates morreu uma vez, seus carrascos morrem toda  vez que sua história é contada.


JEOSAFÁ, professor, foi da equipe do 1o. ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, entre os quais O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);   O jovem Malcolm X A lenda do belo Pecopin e da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica, em projetos para jovens em situação de risco social.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

DEMOCRACIA VERSUS DITADURA


O projeto ultraneoliberal, que se implantou no país e busca desesperadamente deitar raízes profundas a partir do golpe de 2016, não tem a menor possibilidade de sucesso pela via democrática. A destruição do PSDB e do PMDB pelo PSL de Jair Bolsonaro, mais do que a falência política de velhos esquemas, significa uma opção da burguesia pela via autoritária.

Por isso, neste segundo turno, a questão democrática passa a ser o elemento essencial para as classes trabalhadoras e para a intelectualidade. Para devastar os direitos trabalhistas e impor uma agenda econômica afinada com os 1% mais ricos da população e com os EUA, os ultraneoliberais não têm outra saída a não ser suprimir as liberdades e implantar um Estado de censura, medo, terror e violência.
As agressões de bolsominions durante o processo eleitoral, a filmagem de votações executadas (sic) com o cano de pistolas, o assassinato de eleitores petistas são apenas uma amostra grátis do que virá caso Bolsonaro, adepto da tortura e da eliminação física de opositores, conquiste a presidência da República.

Por detrás dele estão as três Forças Armadas, a Polícia Federal, todas as polícias civis e militares dos estados e profissionais de empresas de segurança privada. É um verdadeiro partido de extrema direita em armas.

Alguém duvida de que essa tropa furiosa expandida e esse arsenal de intimidação, coação e guerra serão empregados em toda sua violência para impor as lógicas fascistas já amplamente explicitadas?

Juntar todos os que defendem a democracia contra Bolsonaro é necessário porque decisivo, inclusos tucanos derrotados, conservadores arrependidos e eleitores pessimamente orientados por sacerdotes de igrejas afinadas mais com Barrabás do que com Cristo.

JEOSAFÁ, professor, foi da equipe do 1o. ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, entre os quais O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);   O jovem Malcolm X A lenda do belo Pecopin e da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica, em projetos para jovens em situação de risco social.