segunda-feira, 27 de março de 2017

TODO HITLER PRECISA DE SUA LENI RIEFENSTAHL

Leni Riefenstal foi a cineasta responsável por registrar e dar contornos cinematográficos místicos a um personagem medíocre, Hitler, que afundou a Alemanha, a Europa e o mundo na maior carnificina da história. Sem suas imagens veiculadas em massa, cujo ponto alto é o filme Triunfo da Vontade, que projetaram o ditador nazista como um salvador da pátria, o caminho da derrota do "fuhrer" teria sido mais curto e menos doloroso a todos. A rede Globo é a Leni Riefenstahl do patético Sérgio Moro.

O filme que ela patrocina, e no qual quer usar imagens ilegais da condução coercitiva de Lula, colhidas pela Polícia Federal, a nossa Gestapo tupiniquim, entra em numa seara já explorada por outro fascista: Hitler.

Hitler percebeu bem cedo que, para atingir seus objetivos, necessitaria de uma verdadeira máquina de guerra propagandística e midiática. O nazismo só chegou onde chegou por força dessa máquina cujo papel era avassalar a consciência da população de forma a conduzi-la como manada.

Para Moro, essa máquina é cedida pela rede Globo, que precisa construir um personagem de contornos místicos para veicular uma narrativa cinematográfica de massa, que cause comoção no público e ofereça contraponto à popularidade de Lula.

Por isso temos que desmistificar a farsa Sérgio Moro e o papel nefasto da rede Globo, antes que ambos desencadeiem no Brasil uma tragédia de proporções bíblicas.

Jeosafá, professor, foi da equipe do 1o, ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, lançou em 2013 O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);  em maio de 2015, nos 90 anos de Malcolm X, O jovem Malcolm X, pela mesma editora; no mesmo ano publicou A lenda do belo Pecopin da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica e para o Ensino Superior privados.

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