segunda-feira, 13 de março de 2017

OPERAÇÃO ABAFA PARA SALVAR TUCANOS E OUTROS RATOS

As delações premiadas e os depoimentos de executivos e dos donos da empreiteira Odebrecht obrigam a que o quartel general do golpe de Estado no Brasil, agora instalado inteiramente no poder Judiciário, desencadeie a maior operação abafa da história do Brasil para salvar tucanos e outros ratos (voadores ou rastejantes).

Com a intenção de impedir que o governo Temer desmorone antes da hora junto com seus aliados tucanos, STF, Ministério Público Federal (MPF), na pessoa de Rodrigo Janot, juiz Sérgio Moro e mídia golpista decretam segredo de justiça para todo e qualquer depoimento que incrimine Michel Temer, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, José Serra, FHC e outros tucanos de plumagem suja de lama e peemidebistas pegos na ratoeira já manjada da Lava Jato.

Como é impossível obrigar que omitam em seus depoimentos as propinas bilionárias pagas a caciques do PMDB e do PSDB, uma vez que a "delação premiada" pressupõe o detalhamento de esquemas criminosos que se estenderam por décadas, os membros do Judiciário - que inclusive podem ser atingidos por essas delações - decretam a lei da mordaça.

Com isso, esses juízes e membros do MPF corruptos até a medula filtram para a imprensa que os apoia apenas trechos de depoimentos que lhes interessam, de modo a atingir não todos os eventuais envolvidos em ilícitos, mas seletivamente apenas membros do Partido dos Trabalhadores e de outras organizações e esquerda e suas entidades e sindicatos.

Essa manipulação corrupta do processo judicial tem por objetivo manipular a "opinião pública" para garantir a destruição de correntes políticas democráticas e dos movimentos sociais que lhes servem de base, abrindo espaço para a entrega de riquezas estratégicas do país a trustes estrangeiros - a exemplo do que já ocorre aceleradamente com a Petrobrás, que vai sendo esquartejada e entregue aos pedaços a empresas estrangeiras.

No atual estágio do golpe, o Judiciário tem de ter atingido frontalmente por mobilizações populares fortíssimas, de modo a fazer com que seus membros corruptos sejam duramente punidos, seja por adulteração dos processos judiciais com o objetivo de favorecer aliados políticos do PSDB e do PMDB, seja por coonestar com a destruição do Brasil e com a entrega de nossas riquezas a empresas estrangeiras, que não tendo investido um centavo aqui, levam o melhor do que temos sem esforço algum.

Jeosafá, professor, foi da equipe do 1o, ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, lançou em 2013 O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);  em maio de 2015, nos 90 anos de Malcolm X, O jovem Malcolm X, pela mesma editora; no mesmo ano publicou A lenda do belo Pecopin da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica e para o Ensino Superior privados.


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