quinta-feira, 23 de março de 2017

O PODER PARALELO E CLANDESTINO DE MORO DEVE SER DESTRUÍDO

Imagem que circula na internet traduz Moro e seu poder paralelo.
Os recorrentes episódios dos últimos três anos no Brasil de Lava Jato evidenciam que o suposto juiz (nas palavras do jurista Bandeira de Mello) Sérgio Moro organizou um poder paralelo clandestino que envolve de policiais federais a membros do Ministério Público, de jornalistas da grande imprensa e cineastas, bancados com dinheiro de crimes investigados pela própria Lava Jato, a hackers e internautas bandidos agindo na sombra. É nosso dever destruir essa organização paralela ao Estado, portanto, criminosa.

Os atentados de Sérgio Moro à democracia, ao Estado Democrático de Direito e a setores da indústria nacional seriam impossíveis caso ele não tivesse organizado um poder paralelo clandestino que, agindo na sombra e fora da lei, ameça, intimida, coage e destrói reputações, pessoas e setores inteiros da economia - e que avassala os três poderes: o Executivo na figura de um fantoche chamado Temer, a Câmara Federal, o senado da República e o próprio STF, convertido apêndice acovardado da clandestina República de Curitiba.

Urge que a estrutura desse poder paralelo criminoso seja desvendada em seu organograma e fluxograma, e que seja exposta à sociedade com todos os nomes e hierarquias que a compõem. Já há material suficiente para isso, pois os rastros e as digitais desse poder paralelo estão por toda parte.

É dever dos democratas destruir esse poder paralelo clandestino e nefasto que guindou um personagem primário, sem alcance intelectual e corroído de ódio ao centro do poder de fato no Brasil. O verdadeiro golpe foi dado por Moro, que é hoje nosso ditador de plantão, agindo sem freios, a patir dos porões de seu poder paralelo, clandestino e criminoso.

Jeosafá, professor, foi da equipe do 1o, ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, lançou em 2013 O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);  em maio de 2015, nos 90 anos de Malcolm X, O jovem Malcolm X, pela mesma editora; no mesmo ano publicou A lenda do belo Pecopin da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica e para o Ensino Superior privados.



4 comentários:

  1. destacar que a corrupção pode ser combatida SIM, sem necessariamente DESTRUIR o país.

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    1. Sim, com certeza. Nossa tolerância para com a corrupção acabou, inclusive para com a corrupção de juízes fora da lei.

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  2. Texto excelente do professor. .vou imprimir para trabalhar com alunos do ensino medio. Parabéns professor isso nos dá ânimo para continuar na luta.

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    1. Querido ou querida colega. Temos que lutar até não restar uma gota de energia. Escrevo esses textos enquanto corrijo provas e trabalhos de alunos. Nestes tempos difíceis, eles e meus filhos me motivam tanto para lecionar, quanto para escrever. Pelo tanto que denucio os arbítrios de Moro, da PF, do MPF e do STF, Já estou com o espírito preparado para ser preso tanto em casa quanto na escola. Será uma honra ser preso por esses criminosos escondidos no judiciário. Abraço e boas aulas!

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