sábado, 28 de janeiro de 2017

ELE INCITA O ÓDIO

Ao abordar a questão do linchamento, que é uma realidade no Brasil mais frequente do que desejaríamos, o portal UOL, do grupo Folha de S. Paulo, entrevistou a pesquisadora Ariadne Natal, que definiu o linchamento na frase linkada acima.

Faço então uma pergunta a nós que combatemos o ódio e repudiamos o "olho por olho, dente por dente" (outro nome para o "fazer justiça com as própria mãos"): que faz Sérgio Moro e seus iguais do Ministério Público Federal e da Polícia Federal senão incitar linchamentos virtuais e reais?

Não por acaso ele tornou-se ídolo de uma horda de furiosos convictos, que em suas camisas amarelas da CBF não se envergonham de exaltar torturadores, nem de abertamente irem à porta do hospital em que se encontra internada uma pessoa em estado grave para desejar-lhe a morte, ou literalmente incitarem em comentários de publicações da mídia burguesa (que não só permite esse gênero de disseminação criminosa, como o estimula) o assassinato de Lula e sua família, de militantes petistas, comunistas, socialistas e das causas negras, da mulher, da periferia, dos movimentos sindicais, sociais e LGBT?
Restaurar a democracia é essencial para que incitadores e apólogos de crimes sejam punidos, entre os quais o linchador-mor Sérgio Moro, seus iguais no Judiciário e na Polícia Federal, e a placenta infecciosa que os alimenta: Rede Globo, editora Abril, da famigerada revista Veja, e demais meios de comunicação que se voltam não para a informação, mas para a guerra e para a discórdia.

Jeosafá, professor, foi da equipe do 1o, ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, lançou em 2013 O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);  em maio de 2015, nos 90 anos de Malcolm X, O jovem Malcolm X, pela mesma editora; no mesmo ano publicou A lenda do belo Pecopin da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para o a Educação Básica e para o Ensino Superior privados.






Um comentário:

  1. O tem gente horrorosa que venera essa excrecência humana.Um ser escroto a serviço do mal....

    ResponderExcluir