sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Retrato em branco e preto

O amor, quem não é amador sabe, pode dar em flores e graça, mas também em guerra e desgraça. Que o digam Tristão e Isolda, Capuletos e Montecchios, que, na massa sonora de Prokofiev, Suíte n.o 2 de Romeu e Julieta, ganham proporções trágicas monumentais, mas profundamente humanas. Fiz este poema-retrato em memória e rito fúnebre a uma paixão que, pior do que não ter dado em nada, deu em tragédia. Cai o pano.
Cíbio Bote




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